Fato Relevante - Conclusão de Investigação do Comitê Especial

São Paulo, 07 de abril de 2016 - BANCO BTG PACTUAL S.A. ("BTG Pactual") e BTG PACTUAL PARTICIPATIONS, LTD. ("BTG Participations" e, em conjunto com o BTG Pactual, "Companhias"), nos termos da Instrução CVM 358, anunciam hoje a conclusão de uma investigação de quatro meses conduzida por um Comitê Especial do seu Conselho de Administração e por seus Advogados (conforme definição constante abaixo). A Investigação examinou alegações de corrupção ou prática de atos ilícitos relacionadas à prisão de André Esteves e posterior cobertura pela imprensa. Conforme o sumário das conclusões da investigação, que segue em anexo, o Comitê Especial e seus Advogados consideram que não existem indícios para concluir que as alegações de corrupção ou prática de atos ilícitos (seja por André Esteves, BTG Pactual ou seus empregados que foram objeto dessa investigação) são críveis, fidedignas ou fundamentadas em provas concretas.

O Comitê Especial foi constituído em dezembro de 2015 e é composto pelos conselheiros independentes Mark Maletz e Claudio Galeazzi e pelo conselheiro não independente Huw Jenkins. O Comitê Especial teve amplos poderes para investigar diversas alegações de corrupção e prática de atos ilícitos relacionadas à prisão de André Esteves em novembro de 2015. O Comitê Especial contratou o escritório de advocacia internacional Quinn Emanuel Urquhart & Sullivan LLP ("Quinn Emanuel") e o escritório de advocacia brasileiro Veirano Advogados ("Veirano" e, em conjunto com Quinn Emanuel, os "Advogados"), para servirem como assessores legais independentes e para liderar as investigações em seu nome.

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